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Cinema Acessível – Pedilar

O Cinema Acessível nasceu de um sonho da Empresa Pedilar Assistência Pediátrica Domiciliar e de toda a equipe, que não mediu esforços para que esse evento acontecesse.

O projeto foi elaborado para levar acessibilidade aos pacientes da Pedilar e alguns convidados em uma sessão de cinema. O objetivo em comum era proporcionar um momento de lazer a crianças especiais, com as mais diversas demandas de cuidados, junto a seus pais e cuidadores.

A seleção das crianças aconteceu por meio de um concurso realizado através do Facebook. A participação de todos foi muito importante, considerando a dificuldade em levar os concorrentes e definir os agraciados.

O evento aconteceu no dia 20/12/2017 na sala VIP do Ponteio Lar Shopping e contou com uma grande estrutura para que todas as crianças pudessem desfrutar desse momento com segurança e inclusão social.

A efetivação do projeto foi um sucesso e é por esse motivo que queremos dividir com vocês um pouco dessa história. Vejam como foi lindo esse momento!

A Importância do Projeto

Nossos médicos explicam um pouco sobre a importância desse projeto e por que decidiram fazer esse evento.

“Sabemos que atualmente a inclusão é foco social e precisamos mostrar que é possível hoje em dia, com a acessibilidade dos espaços públicos, proporcionar experiências singulares e interagir pacientes, familiares e profissionais multidisciplinares nos diversos níveis de complexidade. Estamos mobilizados a fazer do cinema acessível um exemplo, que um desejo comum possa transformar o mundo num lugar melhor para todos.

O desejo comum de todos em proporcionar qualidade de vida e inserção social aos nossos pacientes foi o gatilho que desencadeou todo esse projeto!”. (Dra. Patrícia Grajeda)

Segundo o Dr. Rui Miranda, o evento é de suma importância, pois proporciona as crianças com necessidades especiais a oportunidade de ir ao cinema e, portanto, o que para elas e sua família era um sonho pode se tornar realidade.

“Oferecer essa oportunidade num contexto em que vivemos hoje, de tanta privação e violência, é uma ótima recompensa para gente”. (Dr. Rui Miranda)

Assista o vídeo completo de como foi o cinema:

Estrutura

Uma grande equipe se mobilizou para dar assistência às crianças no cinema. Tal equipe foi composta por 5 fisioterapeutas, 3 pediatras, 3 enfermeiros, 1 fonoterapeuta e 6 pessoas para apoio, além das equipes de fotografia e vídeo e de marketing, que foram garantir o registro desse momento especial.

A utilização da sala VIP de cinema com acessibilidade total promoveu a possibilidade de transferir todos para a poltrona do cinema, abandonando a cadeira usual. Além disso, também foi preparada uma sala de apoio, ao lado do cinema, com equipamentos de rotina e de urgência, como: aspiradores, oxigênio, materiais e medicamentos, desfibrilador para eventuais necessidades, além de duas UTI’S móveis e uma ambulância simples.

Graças a toda essa estrutura tivemos a certeza de que todas as crianças estariam seguras e com totais condições para curtir esse momento juntinho dos pais com tranquilidade e prazer. Momento mágico, numa ação tão simples quanto ir ao cinema, mas tão complexo e único na vida de muitas crianças.

Parceiros

Gostaríamos de agradecer imensamente aos nossos parceiros que se dispuseram a ajudar logo que contamos sobre o projeto.

Nosso muito obrigado a:

A realização do evento não seria possível sem a ajuda de vocês!

O filme

A escolha do filme não foi aleatória, teve o propósito de mostrar que apesar das nossas diferenças, se houver o envolvimento de todos, somos capazes de realizar o impossível. Segundo especialistas o filme trata da deficiência intelectual, um assunto bem complexo que deve ser mais discutido na atualidade.

O longa-metragem conta a história de Dory, a peixinha, que foi coadjuvante em Procurando Nemo. Dory é a protagonista e sofre de falta de memória recente, fato que no outro filme foi motivo de piadinhas e agora ganha uma roupagem mais séria ao tentar lembrar-se de seu passado e encontrar seus pais. A continuação de Procurando Nemo entra exatamente nesse momento, no primeiro filme conseguimos ver que um peixinho com deficiência física consegue atravessar o mundo e fugir de um aquário, mas e se o problema fosse cognitivo? Qual a limitação que esse tipo de déficit poderia trazer? A empresa criadora do filme encara a dificuldade de memorização como um problema complexo que afeta milhões de pessoas. E se Dory fosse um ser humano? Como ela enfrentaria algumas dificuldades todos os dias.

Além de Dory, o longa apresenta outros personagens que também possuem algum tipo de deficiência como, por exemplo, o polvo Hank, que após ser mutilado desenvolve uma espécie de estresse pós-traumático, e o beluga Bailey, que tem sérios problemas de autoestima. Juntos, eles buscam a superação das dificuldades individuais e a motivação de todos em prol do grupo.

Apesar de tratar de temas tão polêmicos o filme conta de forma lúdica e animada a aventura dessa turminha diversificada e alegre. É uma verdadeira aula sobre inclusão.

Assista a reportagem sobre o Cinema Acessível na rede Record:

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