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Síndrome-Mão-Pé-e-Boca: Tudo Que Você Precisa Saber

Se você encontrar seu bebê cheio de pequenas bolhas no rosto e com febre, o que você faz? Provavelmente segue direto para o médico, certo? Essa é a atitude acertada, mas é necessário conhecer mais sobre a síndrome-mão-pé-e-boca.

Essa é uma doença altamente contagiosa e que acomete crianças com menos de 5 anos, na maior parte dos casos. É causada por um vírus que pode ser facilmente transmitido. Por isso, é importante conhecer a enfermidade e saber evitá-la.

Neste artigo, apresentaremos os principais sintomas dessa síndrome, como fazer seu diagnóstico e outros itens relevantes que precisam ser conhecidos. Acompanhe!

O Que é Essa Doença?

A síndrome-mão-pé-e-boca é uma doença viral, causada pelo Cocksackie, um enterovírus que costuma habitar o sistema digestivo e também pode causar estomatites — um tipo de afta que acomete a mucosa da boca.

Sua característica principal é o surgimento de feridas na boca, febre e erupções cutâneas nas solas dos pés e palmas das mãos. Apesar dos sintomas, é uma doença de pouca gravidade.

Costuma ser benigna e autolimitada, mas pode levar a algumas complicações, como:

  • Desidratação, porque a criança deixa de ingerir líquidos devido às feridas nas bocas.
  • Higiene precária da boca, que pode agravar o quadro infeccioso.
  • Convulsão devido a febre alta
  • Meningite viral, em casos mais graves, situação que exige hospitalização.

Quais são os sintomas da síndrome mão, pé e boca?

Os mais comuns são os que apresentamos anteriormente, ou seja, feridas na boca, erupções cutâneas nos pés e nas mãos e febre. Além disso, é comum a criança apresentar:

  • Falta de apetite.
  • Dor de garganta.
  • Prostração e mal-estar.
  • Salivação maior.

Esses sintomas aparecem aos poucos e nem sempre a criança apresentará todos eles. Muitas vezes os casos podem ser confundidos com a catapora, devido ao aspecto das lesões. A diferença é que as erupções e bolinhas vermelhas aparecem em locais específicos, principalmente solas dos pés e palmas das mãos, enquanto as lesões da catapora aparecem em todo o corpo.

Depois de alguns dias, as bolhas estouram e ficam com uma ferida aberta, com um aspecto avermelhado. Com essa análise clínica, o diagnóstico da síndrome é realizado. Também podem ser usados exames de sangue e fezes para identificar o vírus causador.

Como ocorre a transmissão do vírus?

O vírus pode ser transmitido pelo contato direto entre as pessoas ou com secreções, como fezes e salivas. Alimentos e objetos contaminados também podem contribuir para a proliferação da síndrome. Por isso, é essencial lavar as mãos com frequência.

A transmissão do vírus pode acontecer por cerca de quatro semanas após a pessoa ter se curado. Já o período de incubação varia de 1 a 7 dias. Em muitos casos, os sintomas podem ser parecidos aos de um resfriado comum e regridem espontaneamente depois de alguns dias.

Como é feito o tratamento da síndrome-mão-pé-e-boca?

Em boa parte dos casos, o tratamento é feito com antitérmicos e anti-inflamatórios. Quando os sintomas são leves, geralmente, regridem dois dias após o início da medicação.

Os remédios antivirais são utilizados em casos mais graves. Em qualquer dos casos é recomendado manter a hidratação e uma boa alimentação.

Desse modo, a síndrome mão, pé e boca deve ser acompanhada e os sintomas tratados, porque traz incômodos ao bebê, mesmo que dificilmente se agrave.

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